Aparte
Fernando Mota é o entrevistado do JLPolítica de domingo e mostra uma forte evolução do Banese

Fernando Mota: um cidadão a serviço do Banese desde 1965

Um banco que saiu de um lucro de R$ 7 milhões em 2014 para um de R$ 93,7 milhões em 2017, quatro anos depois. Um banco, que possui hoje 743 mil pessoas físicas como correntistas e 35 mil jurídicas, e ainda mais 540 mil portadores de seu cartão de crédito.

Um banco que está a serviço do fomento ao desenvolvimento de Sergipe e com um fantástico alcance social. Este é o Banco do Estado de Sergipe - Banese - sob a ótica de um dos mais “antigos baneseanos”, o seu presidente Fernando Mota. O Banese é uma instituição à qual ele se dedica desde 1965 como funcionário concursado e de carreira.

Avesso às exposições públicas, Fernando Mota consentiu em ser o entrevistado do JLPolítica deste próximo domingo e, óbvio, o tema principal é o Banese, sua importância, seu compromisso com Sergipe e a sergipanidade, seu desempenho e evolução, sua maturação tecnológica e seu futuro.

“O Banese tem um volume de recursos alocados nos diversos setores da economia de cerca de R$ 2,2 bilhões, praticamente R$ 2,3 bilhões, com base em dezembro de 2017. O banco direta e indiretamente cria empregos na economia. O banco hoje tem só de funcionários diretos cerca de 1.700, que tem, assim, um nível de consumo bastante razoável”, diz Fernando Mota.

A entrevista de Fernando Mota vai estar disponível no JLPolítica a partir das 20h deste sábado. A coluna Aparte não será postada neste sábado, 31. Ela volta na próxima segunda-feira, dia 2 de abril.

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