Aparte
Jozailto Lima

É jornalista há 37 anos, tem formação pela Unit e é fundador do Portal JLPolítica. É poeta.

PSD, partido que mais elegeu mulheres para Câmaras de Sergipe nestas eleições 
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Maisa Mitidieri: ainda falta ocupar mais espaços

Nesta eleição municipal, o registro de candidaturas femininas bateu recordes na disputa pelas prefeituras e câmaras municipais em Sergipe e o total de eleitas também cresceu proporcionalmente.

No geral, 16.68% das vagas nas câmaras municipais serão ocupadas por mulheres. “Nós comemoramos cada avanço, mesmo sabendo que ainda há um longo caminho a ser percorrido, mas só de saber que estamos ganhando cada vez mais espaço, faz com que tenhamos mais vontade de lutar”, afirma a deputada estadual e coordenadora do PSD Mulher Sergipe, Maisa Mitidieri. 

O Partido Social Democrático foi o que elegeu mais candidatas, num total de 28 mulheres das 134 eleitas. A deputada Maisa diz que o resultado faz parte de um trabalho muito incisivo na ampliação da atuação feminina na política que vem sendo desenvolvido pelo PSD.

“Não canso de destacar o excelente trabalho que o PSD realiza nessa questão. Temos uma coordenação nacional que funciona muito bem e consequentemente as estaduais se espelham nesse mecanismo. Esse ano, fomos o partido que mais elegeu mulheres para as câmaras e isso é a comprovação de que estamos no caminho certo”, afirma a parlamentar.

Nossa Senhora do Socorro, segundo maior colégio eleitoral do Estado é o município que teve o maior número de mulheres eleitas vereadoras. Cinco de 21 vagas serão ocupadas por elas, dado que representa 23,81%.

Proporcionalmente, o município de Nossa Senhora Aparecida terá 44,44% da Câmara ocupada por mulheres. Em contrapartida os municípios de Cumbe, Nossa Senhora da Glória, Pedra Mole, Pinhão, São Domingos, São Cristóvão, Santa Luzia do Itanhy e Riachuelo não terão nenhuma mulher em suas câmaras.

“Quando analisamos esses números, vemos que ainda há muito trabalho a ser feito para encorajar as mulheres a entrar no universo político. Por isso, estamos trabalhando para que esses números sejam revertidos e que a representatividade feminina seja algo natural”, explica Maisa.

 

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