Aparte
“Bola fora” com o dinheiro dos outros

Antonio Moraes: patrimonialismo parece estar no DNA do serviço público

Entre os muitos que estranharam a ação do conselheiro Clóvis Barbosa, presidente do Tribunal de Contas de Sergipe, com a contratação de Agnaldo Timóteo, está o sindicalista da área de segurança pública Antonio Moraes. 

“O TCE sergipano, ao não pagar o próprio déficit previdenciário, mostra que tem recursos sobrando. Seja para conceder aos seus servidores 7.36% de reajuste anual, seja para comemorar contratando show”, disse Moraes.

“Isso não diminui minha admiração pelo conselheiro Clóvis Barbosa, mas evidencia que a cultura do patrimonialismo parece estar no DNA do serviço público brasileiro. Uma pena que toda a boa administração de Clóvis à frente do TCE pode ficar marcada por essa “bola fora”.