Aparte
Carminha: é bom, mas não é a hora

Maria do Carmo Paiva da Silva Carminha: não é hora para a política

Diz mais Carminha: “Nós começamos o trabalho pelo município e pelas pessoas agora. Temos um trabalho muito grande para se desenvolver. As carências são enormes, a política será no próximo ano e mexer agora não seria produtivo nem para a gestão nem para a política. Carminha tem formação em administração, mas está no 6° período de Serviço Social numa faculdade de Aracaju. Admite que a jornada é dura. “Pela manhã é a Secretaria, à tarde é o estágio e à noite, a faculdade”, diz ela. Mas não reclama: “É tudo muito gratificante. É a primeira vez que sou gestora. É uma atividade numa área carente, difícil, mas é dignificante”, diz ela.

Diz mais Carminha: “Nós começamos o trabalho pelo município e pelas pessoas agora. Temos um trabalho muito grande para se desenvolver. As carências são enormes, a política será no próximo ano e mexer agora não seria produtivo nem para a gestão nem para a política. Carminha tem formação em administração, mas está no 6° período de Serviço Social numa faculdade de Aracaju. Admite que a jornada é dura. “Pela manhã é a Secretaria, à tarde é o estágio e à noite, a faculdade”, diz ela. Mas não reclama: “É tudo muito gratificante. É a primeira vez que sou gestora. É uma atividade numa área carente, difícil, mas é dignificante”, diz ela.

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