Aparte
Jozailto Lima

É jornalista há 38 anos, poeta e fundador do Portal JLPolítica. Colaboração Tanuza Oliveira.

Valmir de Francisquinho disputará o Governo e quer fazer de Sergipe “modelo nacional”
Compartilhar

Valmir de Francisquinho: “Sergipe almeja e pede renovação de seus comandos”

“Sergipe é o menor Estado da Federação, torço que um dia ele tenha um governador que o transfore em modelo perante as demais unidades federativas e espero que esse governador seja eu”.

É com essa expectativa, dita nesta terça-feira, 13 de julho, exclusivamente à Coluna Aparte, que Valmir de Francisquinho, PL, 52 anos, prefixa sua determinação de se candidatar ao Governo do Estado de Sergipe nas eleições do ano que vem depois de ter sido cinco vezes vereador e duas  vezes prefeito de Itabaiana.

“Tranquilamente, me acho capaz de fazer extensivamente a todo o Estado de Sergipe o que fiz por Itabaiana em duas gestões. O que falta? Aceitação popular. Espero fazer um levantamento de pesquisa e ver que a população está nos aceitando como esse futuro governador transformador - e pesquisas quando são feitas com seriedade, seus números batem certos. Espero que no nosso caso seja assim”, diz Valmir.

Mas e o que fez Valmir por Itabaiana? Além de vencer sete eleições, fazer do filho Talysson o deputado estadual mais votado de 2018 e eleger Adailton Sousa prefeito-sucessor em 2020, Valmir acha que administrou bem, fazendo seu dever de casa.

“Eu comecei como líder estudantil e nunca perdi uma eleição. Estou acostumado a ir para vencer. Tenho o sangue bom, e vamos embora. Como candidato a prefeito, venci em 2012 as eleições contra um candidato que se dizia imbatível, que era Luciano Bispo, e o venci com 3.800 de diferença, vindo da condição de vereador”, diz ele, em tom triunfalista.

“Em 2014, na eleição estadual, todos os candidatos ligados a nós tiveram mais votos do que nossos opositores. Em 2016, cheguei a ser o prefeito reeleito com a maior diferença de votos de um candidato pro outro, com quase 18 mil de frente - veja que Edvaldo Nogueira ganha para Valadares Filho em Aracaju, que tem um mundão de voto como capital, com 10 mil votos de frente, e eu com os quase 18 mil. E em 2020 fiz o meu sucessor folgadamente”, complementa.

“Isso é prova inequívoca de que as pessoas estão extremamente satisfeitas com nosso modelo de administrar, que é um modelo de respeito, de seriedade e prestação de bom serviço público. Não tem segredo. É só isso que esperam de nós. Por isso que já estou em pré-campanha, já me anunciando pelos povoados de Itabaiana pré-candidato ao Governo de Sergipe e há grande possibilidade de que dispute o mandato de governador”, diz Valmir.

Adailton Sousa, prefeito de Itabaiana: oitava extensão do poder de fogo de Valmir

Mas o que alimenta em Valmir “essa grande possibilidade?” “Ela vem do fato de eu ver que nesse momento o Estado de Sergipe almeja e pede renovação de seus comandos. E essa esperança de renovação do povo pede que deva ser obviamente alguém novo, mas que traga já uma experiência testada e aprovada na esfera pública - tanto no Legislativo quanto no Executivo”, diz ele.

E complementa: “Modéstia à parte, no meu caso isso está bem provado com o exercício dos cinco mandatos de vereador experiente e sempre bem votado e dos dois de prefeito de uma cidade como Itabaiana, que dispensa maiores apresentações para Sergipe e para o Brasil”.

Valmir de Francisquinho não é uma andorinha sozinha tentando fazer verão, mas também não está inserido em grandes grupos da política estadual de Sergipe. Ele não subestima e nem super valora isso. “Eu trabalho com a ideia segura de que o maior grupo político é aquele constituído pelo povo e pelo seu querer”, avisa.

“E a gente percebe que o povo de Sergipe tem demonstrado essa sua vontade de mudança, tanto é que elegeu Alessandro Vieira senador em 2018. Quantos prefeitos Alessandro tinha lhe apoiando? Nenhum. Veja: André Moura tinha o apoio de 70 dos 75 prefeitos, havia liberado para Sergipe como deputado federal líder de Michel Temer R$ 2 bilhões, mas perdeu a eleição”, pontua Valmir.

“Querem exemplo melhor? Então, quando o povo não quer, não quer. Mas quando quer, quer. Antigamente as pessoas votavam pela indicação dos chefes políticos. Hoje, não tem isso mais - e me sinto inserido nessa nova realidade. Hoje a grande maioria está votando para senador e govenador independentemente. Eu diria que restam apenas 20% de eleitores dependentes de líderes políticos, por causa de um emprego, de uma prestação de favor. Mas os 80% do eleitorado hoje adotam uma linha de independência. Isso sinaliza a necessidade de mudança. Não sou cacique. Sou gestor, e sei o que são prioridades administrativas”, teoriza o itabaianense.

Valmir de Francisquinho diz que está bem com o seu PL e afirma que não terá problemas com sigla partidária para materializar esse seu projeto político-eleitoral. “Com certeza, meu partido me dará guarida nesse projeto. Já conversei com a Executiva nacional e está tudo certo. Mas tem muitos partidos querendo caminhar conosco. Já fui procurado por uns 10 a 12 deles. Nós estamos necessitando apenas de um levantamento técnico e científico para medir a aceitação popular do projeto. Isso virá com pesquisa. A gente tem de ser candidato em nome da aceitação do povo. Se você tem intenção política, mas não tem aceitação popular, vai perder, como André Moura perdeu. Vamos ganhar esse Governo”, prevê ele.

 

Ω Quer receber gratuitamente as principais notícias do JLPolítica no seu WhatsApp? Clique aqui.

Deixe seu Comentário

*Campos obrigatórios.

João
Valmir tem meu voto mais quatro
EDERALDO franco
Estamos juntos e misturados