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Jozailto Lima

É jornalista há 38 anos, poeta e fundador do Portal JLPolítica. Colaboração Tanuza Oliveira.

Eduardo Amorim vê nas prévias presidenciais do PSDB “um modelo democrático” a ser seguido
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Eduardo Amorim: “Essa atitude mostra que o PSDB não tem dono”

O presidente do PSDB de Sergipe, médico e ex-senador Eduardo Amorim, disse nesta quarta-feira, 24, esta Coluna Política que as prévias que o seu partido faz nacionalmente para escolher o pré-candidato à Presidência da República “são democráticas” e que “podem servir de exemplo para outros partidos”.

“Eu vejo essas prévias do PSDB como algo muito bom e salutar. Democráticas. Essa atitude mostra que o PSDB não tem dono e que qualquer um no partido pode ser candidato a presidente. Basta disputar as prévias”, disse o dirigente do PSDB sergipano.

 “Essa é uma atitude pode até servir de exemplo para outros partidos brasileiros. Dirão: houve um erro no aplicativo das prévias do PSDB! Isso não é problema. Repara e refaz-se em outra data. O importante é princípio a que ela se propõe”, reforça Eduardo Amorim.

As prévias do PSDB estão sendo disputadas por três políticos de abrangência nacional - os governadores de São Paulo, João Dória, e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, ambos em primeiro mandato, e pelo ex-senador e ex-prefeito de Manaus, Artur Virgílio. Cerca de 40 mil filiados do PSDB tem direito ao voto, de 1,3 milhão seguidores do partido.

O presidente do PSDB de Sergipe recebeu um dos pré-candidatos em campanha Aracaju, o João Dória. “O Artur Virgílio pediu até para vir a Sergipe tratar da candidatura dele, mas foi na semana em que faleceu Reinaldo Moura e eu disse que não havia clima”, informa Eduardo Amorim. Eduardo Leite não passou por aqui e nem manifestou interesse.

Eduardo Amorim não levanta, especificamente, crachá em favor de nenhum dos três pré-candidatos. Ele mira a causa coletiva. O princípio que ela encerra. “Que vença o que os filiados quiserem”, diz ele.

“Mas eu não creio nessa história de polarização na eleição do ano que vem entre um e outro, como se diz por aí. Talvez a sociedade esteja em busca desse terceiro nome e é o que o PSDB quer oferecer”, diz Eduardo Amorim. “Polarização entre um e outro”, entenda-se, seria a entre Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva.

 

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