
Imagem do último Liberty Open presencial, antes da pandemia, em 2019
Nestas quinta e sexta-feiras, 11 e 12 de agosto, a Juventude Libertária de Sergipe vai realizar a 5ª edição do Liberty Open no auditório da Faculdade de Direito 8 de Julho. Criado em 2017 pela Juventude Libertária de Sergipe, o Liberty Open é uma conferência anual que tem como objetivo promover ideias liberais e libertárias por meio de palestras, debates e painéis, trazendo sempre referências nacionais no assunto para o Estado de Sergipe.
Nessa edição de 2022 o evento terá como tema central a liberdade de expressão e como preservá-la naquilo que a organização julga como um ambiente de censura e cancelamento que vem ganhando força no Brasil nos últimos anos, seja por meio do Judiciário ou de linchamentos virtuais e perseguições.
Para a edição deste ano, o evento contará, entre os palestrantes, com figuras como a do presidente do Instituto Mises Brasil Helio Beltrão, Antony Mueller, doutor em Economia pela Universidade de Nuremberg, na Alemanha, e a de Ricardo Alexandre, advogado e doutor em Processo Civil.
Entre os nomes locais, o evento traz palestrantes como a advogada Adriana Mallezan, o empresário Milton Andrade, o ex-jogador Washington Coração Valente, o juiz Aldo Mello, o historiador Rafael Sousa, dentre outros.
Segundo Lucas Sampaio, um dos organizadores, o evento visa promover um ambiente de debates e de diversidade e pluralidade de ideias no ambiente universitário, trazendo ideias novas para serem discutidas e apresentadas para a sociedade civil sergipana, com o intuito de provocar uma reflexão sobre a importância das ideias de liberdade.
A abertura do evento está programada para ocorrer na quinta, 11, às 18 horas na Faculdade 8 de julho. O que se espera do Liberty Open é que, por trás do sua laica temática “liberdade de expressão e como preservá-la naquilo que a organização julga como um ambiente de censura e cancelamento que vem ganhando força no Brasil nos últimos anos, seja por meio do judiciário ou de linchamentos virtuais e perseguições”, não esteja em ação mais uma tentativa de sacramentar e legitimar o fake news e os abusos comunicacionais que o quase fascismo liberal do Brasil tem tentado colocar em cena.










