Aparte
… E quer André Moura candidato ao Governo

André Moura: visão de consideração por Eduardo


O certo é que hoje um está no Norte e outro, no Sul. E a latitude é tão real e grave que os boateiros de plantão se encarregam de botar lenha nova nesta geografia da desagregação. Qual? A de que Edivan, que se afasta mas não morre – por ser um duro e Itabaiano animal político – seria hoje um dos maiores fomentadores de uma candidatura de André Moura ao Governo de Sergipe. Esta ação de Edivan, observam alguns, estaria na razão direta do desânimo público e assumido de Eduardo em se deparar com uma segunda tentativa de virar  governador. Hoje, contra este bom moço, impera um fato claro e dificultador: se ele disputar o Governo em 2018 e tropeçar, volta para casa pálido, como no poema do Drummond. Não tem mais na retaguarda os quatro anos de mandato de senador, como tinha em 2014. De um fato não se pode fugir neste universo de conjectura: André Moura é um xarope de arrogância, mas nada lhe faz subir à cabeça e roer a corda de sua boa relação com Eduardo. Ele o tem como um parceiro de primeira hora e como um homem bom. E ninguém pode negar que André esteja certo nestas duas concepções.