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Investimentos da Prefeitura de Aracaju em infraestrutura estimulam economia local

Sérgio Ferrari: contratação de pessoas da comunidade

Nos últimos anos, a Prefeitura de Aracaju vem executando uma série de obras que, além de proporcionarem qualidade de vida à população, estimulam a geração de emprego e renda, como ocorre, por exemplo, com as de construção de quatro novas praças no Bairro 17 de Março, da Zona Sul da capital.

Com isso, além de viabilizar novos espaços de lazer à comunidade do bairro, com foco na primeira infância e nos idosos, os projetos de infraestrutura executados pelo Governo do município representam uma injeção direta de dinheiro na economia local.
As novas praças do 17 de Março contarão com áreas verdes, onde serão plantadas 334 árvores, pistas de caminhada, parques infantis e academias ao ar livre. Além disso, em duas delas também haverá quadras de esporte polivalente.
Com essas obras, que geram efeitos imediatos em uma das principais cadeias produtivas, a da construção civil, a Prefeitura potencializa a geração de renda, de empregos, além de aquecer o comércio e a indústria.

De acordo com o presidente da Empresa Municipal de Obras e Urbanização - Emurb - e secretário municipal da Infraestrutura, Sérgio Ferrari, “a execução de projetos como esses tem como impacto inicial a mão de obra, que, em várias funções, pode ser preenchida pela população local”.

“A geração de emprego não é só geração de mão de obra direta. O primeiro impacto é fazer a contratação de pessoas e, normalmente, nós conversamos com as empresas para que priorizem a contratação de pessoas da comunidade. Evidente que, em qualquer obra, você tem mão de obra qualificada que é sempre da empresa, mas tem os ajudantes e outras funções que não exigem especializações, que normalmente eles pegam da comunidade”, diz o presidente da Emurb.

Outros aspectos benéficos gerados estão presentes no transporte, aumento da eficácia do mercado de trabalho, competição e especialização. “Ela contribui com a questão da alimentação, do transporte e com a cadeia da construção civil. A geração de emprego é, geralmente, quatro vezes maior. O efeito multiplicador de uma obra não pode ser medido só com o emprego direto que ela gera, mas tem toda uma cadeia por trás disso e que é importante”, destaca Ferrari, ao enfatizar outras vantagens.
Diretamente, trabalharão na construção das quatro praças 20 pessoas, segundo Édson Bomfim, proprietário da Estrutura Construções, empresa que venceu a licitação para a construção dos espaços. De forma indireta, são aproximadamente 35 pessoas, diz Bomfim, já que a empresa está buscando dar prioridade também à contratação de mão de obra local.

“A gente tem uma preocupação grande de absorver a mão de obra local, aqui da região do 17 de Março. Então, além do nosso pessoal fixo, vamos dar preferência à contratação de trabalhadores locais. Inclusive, já fizemos uma sondagem de quem está precisando de emprego e algumas pessoas que vão trabalhar aqui já selecionamos, entre vigias e todo esse pessoal que não precisa ter uma especialização técnica”, diz Édson Bomfim.

NOVAS PRAÇAS - São dois os modelos que as quatro praças irão seguir. Duas delas, com 6,2 mil m² cada, contarão com pista de caminhada, área de passeio, área verde, quadra de esporte polivalente - com piso de alta resistência, alambrado, tela de proteção, arquibancadas, equipamentos para vôlei, basquete e futebol de salão, além de refletores -, academia ao ar livre e parque infantil.

Já as duas praças menores, terão área total, cada uma, de 4 mil m², e também contarão com pista de caminhada, área de passeio, área verde, academia ao ar livre e parque infantil. Os projetos das quatro praças estão adequados às normas técnicas de acessibilidade.

 

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