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Reportagem Especial aborda “novo normal” em Sergipe e as séries de consequências “pós-quarentena”

Recentemente, aglomeração de pessoas registrada nos bares do antigo farol chamou atenção da população

Após mais de cinco meses de quarentena devido à pandemia do novo coronavírus, a vida dos sergipanos e de diversos setores da economia voltou ao “normal” - com a queda de contágio e óbitos devido à Covid-19 -, deixando para trás um rastro de consequências negativas entre todos - financeira, física e mental.

O “novo normal”, por exemplo, ainda não abrange, totalmente, todos os setores em Sergipe. Há quem ainda esteja totalmente de braços cruzados, vendo a situação econômica piorar ainda mais devido à tanto tempo parado. É o caso do setor de eventos.

Entre as empresas, os profissionais envolvidos com o setor de eventos, evidentemente existe a plena consciência de que shows, casamentos, entre outros acontecimentos de grande dimensão público somente voltarão com a tão sonhada vacina.

Mas por que não iniciar já a retomada aos poucos, como a permissão de música ao vivo em bares ou o consentimento de eventos corporativos de pequeno porte?

“Música ao vivo é outro patamar: para poucas pessoas, sentadas no bar, que irá ajudar milhares de músicos que estão parados. São cinco meses parados. E a maioria destes tem a música com única renda. Maceió e Salvador já retomaram pequenos eventos, menos aqui”, diz o empresário Wadson Araújo, diretor da Associação Brasileira de Promotores de Eventos - Seccional Sergipe - Abrape-SE, que vem apelando para as autoridades públicas liberarem a retomada do setor de eventos.

É este “novo normal” que a Reportagem Especial do JLPolítica desta semana abordará, ouvindo entidades do comércio, associações ligadas a eventos, bares, profissionais da psicologia, entre outros. 

Confira reportagem especial neste domingo, 6, a partir das 20h.

 

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