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Marcio Macedo mantém acenos a Henri Clay pra vice e critica alianças de Danielle

Marcio Macedo: um olho em Henri Clay, uma crítica para Danielle

Com a convenção partidária marcada para o próximo dia 16, quarta-feira da semana que vem, o pré-candidato a prefeito de Aracaju, Márcio Macêdo, PT, assegurou nesta terça-feira, 8, que o nome que deverá ser escolhido para ser vice ainda não foi definido.

Marcio Macedo garante que as questões inerentes ao assunto continuam sendo analisadas, mas insiste em bater continência para o advogado Henri Clay Andrade, Rede, ao tempo em que critica as alianças já formuladas pela pré-candidata Danielle Garcia, Cidadania.  

“Eu vou aguardar as definições para escolha do vice. Cada partido tem a sua posição. Henri Clay é um nome respeitado, uma pessoa digna, muito inteligente. Mas não cabe a mim, depende dele e do Rede. Mas temos um partido forte. O PT tem estrutura partidária, tem trabalho prestado, tem projeto pro povo”, pontuou.

E é aqui que o petista se mostra preocupado com algumas alianças que têm surgido no cenário político municipal. Fator que, para eles, não apresenta nenhum benefício ao povo. E ele dá nome.

“Quem se diz “a nova política” se junta a Edvan Amorim, ao PL de Waldemar da Costa Neto. Tudo isso atrás de tempo de TV. Isso não é a nova política. Ela está ao lado da velha política. De nova não tem nada. Quando Edvaldo se apoia e se submete a Temer, André Moura e Laércio Oliveira, ele se afasta da esquerda. Edvaldo se esconde, não assume posições, ele não é um líder”, alfinetou.

Marcio Macêdo, PT, tem dialogado com diversas lideranças e partidos com o objetivo de fortalecer a pré-candidatura e, também, os projetos que a sigla defende ao longo dos últimos anos. Para ele, a recepção e memória das pessoas quanto ao PT têm sido um dos principais combustíveis para seguir rumo à Prefeitura.  

“Estou muito feliz com a recepção do povo de Aracaju à minha pré-campanha. Estou visitando os bairros e mostrando a realidade que o prefeito não mostra em suas propagandas. O PT tomou a decisão de ter candidato próprio nas eleições de 2020. Depois de quase 20 anos, está na hora de uma nova candidatura. Está na hora de Aracaju voltar a ter um projeto popular de verdade”, declarou.

Segundo o petista, é imprescindível que um gestor municipal tenha algumas características em suas ações e que, cada uma delas, traga à tona a tranquilidade de se viver em paz, sem uso de simbologias associadas à violência.

“O povo precisa de educação de qualidade, de comida, de emprego. O povo não precisa de armas, algemas. Temos que enfrentar esse fascismo que quer tratar a política e a população como caso de polícia. Sendo assim, minha preocupação central é retomar o projeto que cuide das pessoas. Resgatar o projeto que Déda começou, mas com as minhas digitais, com a modernidade das minhas ações”, disse.

Outra preocupação de Márcio Macêdo é com a educação aliada à tecnologia. “Eu não sei como as escolas municipais ainda não estão com cobertura total de banda larga. Quando eu fui deputado federal, destinei emendas para a distribuição de tablets para os alunos”, lembrou.

Além disso, Macêdo revelou certa apreensão com os números da Covid-19, sobretudo com a falta de ações efetivas de fiscalização e atenção aos bairros periféricos.

“Estou preocupado com uma possível segunda onda da Covid. A prefeitura age como se estivesse tudo normal, com recursos em caixa e segue sem nenhuma ação efetiva, sem visitar os domicílios com equipes da Saúde", expôs. 

 

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