Politica & Emprego
Leandro Pereira Gomes

É mantenedor desta Coluna, social media e assessor de tecnologia dos canais do Portal JLPolítica.

Ações simples poderiam reduzir o coronavírus na Grande Aracaju e Sergipe?
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Feiras livres em São Cristóvão: com o poder público presente, todos mantém uso de máscaras e cuidados

Você, leitor, já se perguntou por que seu prefeito não conseguiu – ou se interessou –, juntamente ao seu governador, fazer com que as empresas de ônibus licitadas não reduzissem suas frotas em funcionamento e, assim, não aglomerassem ainda mais os trabalhadores como sardinhas enlatadas transportadas neste período pandêmico?

Também, e nesse sentido, por que antes de reduzir o tempo de atendimento dos negócios e o funcionamento das áreas públicas e privadas não foram fixados acordos que garantissem a presença da segurança pública e da vigilância sanitária nos locais de maior acesso público e funcionamento? Custa mais isso que a remediação da saúde, com internações?

Os agentes públicos poderiam, em parceria e diálogo com a iniciativa privada, garantir que fossem feitos rodízios de entrada e saída de funcionários em seus expedientes, uma hora antes e uma hora depois do horário normal de início e fim destes, nos diferentes ramos de trabalho. Coisas simples assim poderiam atenuar a aglomeração nos horários de maior movimentação do transporte.

Esta Coluna, Política&Emprego, entende que muitos não respeitam, sem acompanhamento, mesmo normas igualmente simples, como o uso de máscaras e distanciamento o tempo inteiro, ao passo que testemunha, por exemplo, que nas feiras livres de São Cristóvão, durante a semana, o público e os feirantes têm sido efetivamente cobrados pelo cumprimento contínuo das medidas dentro desses perímetros. E se esse é um básico de segurança, por que em outros espaços, de grande circulação, não pode ser assim?

Longe de simplesmente responsabilizar os trabalhadores por essa necessidade do poder público se fazer contínuo, as forças de segurança e vigilância precisam marcar presença efetiva não só nos períodos de toque de recolher generalizado e feiras livres. Será que não pode haver acompanhamentos assim mesmo desvinculados de toques de recolher?

 

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