Politica & Emprego
Leandro Pereira Gomes

É mantenedor desta Coluna, social media e assessor de tecnologia dos canais do Portal JLPolítica.

Redes sociais: para ser contratado, antes de tudo é necessário ser visto
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Toda semana falamos sobre oportunidades neste espaço de emprego, concursos e qualificações profissionais

No último final de semana, 29 e 30 de maio, ocorreram manifestações contra o governo Bolsonaro, e mais da política brasileira que todos veem, conhecem e estão cansados.

Uma situação lamentável de quase 500 mil mortes pelo novo coronavírus se evidencia, e isso sem contar as notícias sobre desemprego que vêm a guinadas de 14 milhões de brasileiros.


É sobre esse último cenário que esta Coluna Política&Emprego fala hoje. Se posicionar no mercado, no sentido de regras de etiqueta para entrevistas, habilidades desejadas e tendências, é importante, mas sabe sobre o que não se fala muito?

Como se destacar e se inserir no novo mercado. Antes, é preciso ser visto. E ferramentas incrível(mente) mal utilizadas para esse fim são as redes sociais.

Sim, pois não só de vídeos de bichinhos e bebês fofos, discussões acaloradas sobre política e desafios de alguns poucos segundos para os jovens vivem as redes.

 

Conte nos comentários quais as suas dificuldades em conseguir contratações atualmente

Esse é um espaço muito rico para negócios: seja você prestador de serviços, empresa ou futuro funcionário contrado.

Dinheiro pode comprar uma boa formação. Um curso legal. Você pode fazer uma faculdade, pós, MBA e os cambau, mas o que pode estar te faltando em visibilidade está muito além de um currículo bonito, apesar da obviedade: colocar a mão na massa em algo.

Mostre um pouco do que você é capaz de fazer, com constância e criatividade – que apesar do que alguns dizem, não é um dom, mas uma habilidade que como qualquer outra pode ser treinada.

Imagine você, pintor, que não está nas redes sociais, está perdendo de mostrar fotos dos seus trabalhos, seja em casas, seja em ilustrações, a depender de que tipo de pintor tu és. O mesmo pode ser dito do contador, advogado recém formado, pedreiro, arquiteto, não importa.


Você pode falar sobre o que está acontecendo na sua vida, relembrar trabalhos e projetos de que se orgulha, estudos que fez, parcerias que teve, use as redes sociais – não precisa ser o LinkedIn, nem ser regrado à complexidades – para contextualizar com aquilo que sabe, ama, nutre extremo interesse.

Esse tipo de postura é capaz de conectar e chama a atenção de pessoas da sua área, do tipo que procuram serviços ou se relacionam diretamente com quem precisa.

É para isso que servem redes sociais, além de entretenimento e brigas online. E por aqui, se pretende trazer dicas de como fazer isso na prática, com exemplos de histórias que te motivem.

Tem alguém que deseja recomendar para a coluna entrevistar nesse sentido? Deixe seu comentário e faça do Política&Emprego um braço da sua comunidade.


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Leandro P. Gomes
Entendo que as oportunidades são maiores quando consideramos espaços não tradicionais da profissão. Se os negócios migraram para o digital, talvez seja o momento de buscar clientes que estão fora das redações de jornais e agências de publicidade, por exemplo. Como os infoprodutores, que é um mercado em alta.
Cássia Lessa
Concordo em partes, infelizmente em Sergipe não é bem isso que vemos, aqui sabemos que o QI ainda impera, infelizmente, enquanto temos tantos colegas de profissão produzindo um conteúdo bacana nas redes, muitas vezes não conseguem uma boa oportunidade porque não possuem os "contatos certos"