Aparte
Jozailto Lima

É jornalista há 38 anos, poeta e fundador do Portal JLPolítica. Colaboração Tanuza Oliveira.

Valmir de Francisquinho: “Já disse a Ulices Andrade que se ele for o candidato a governador voto nele”
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Valmir de Francisquinho: pode esperar para tentar ser governador mais à frente

Apesar de se colocar no processo como um dos pré-candidatos ao Governo de Sergipe nas eleições do ano que vem, de se achar senhor da menor rejeição, o ex-prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho, PL, admite que poderá abrir mão do seu projeto se Ulices Andrade viabilizar-se candidato a governador.

“Eu já disse a Ulices Andrade que se ele for o candidato a governador eu voto nele. Quero ser bem objetivo: se for ele, não serei candidato. Retiro meu nome e votarei nele. Eu disse isso, inclusive, no ar pela Rádio Rio FM, em Porto da Folha”, afirmou Valmir à Coluna Aparte nesta quarta-feira, 20.

“Eu disse, e volto a dizer isso porque Ulices Andrade é bom. Porque a visão de Ulices é a de um homem público cumpridor das suas obrigações. É a de um bom político. Um político de compromissos com a população e com a prestação de serviços. Tanto isso é verdade, que veja quantos mandatos de deputado estadual ele teve e em quantos já vai o filho dele, Jeferson Andrade”, reforça Valmir de Francisquinho.

Ulices Andrade foi deputado estadual e está conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe de onde pode sair, admite parte da classe política, para disputar o Governo de Sergipe no ano que vem pelo bloco governista.

Para Valmir, o extrato político de Ulices perante a comunidade sergipana é bom. “O povo tem carinho por ele que, pessoalmente, tem visão de Estado e competência para administrar Sergipe e gerar emprego e renda, que é do que o Estado precisa nesse momento para ter desenvolvimento”, diz.

Valmir de Francisquinho segue achando que seu o nome flana bem no conceito dos sergipanos como um pré-candidato ao Governo. “Ninguém nunca viu, exceto com Marcelo Déda quando se lançou pré-candidato a governador, tamanha espontaneidade das pessoas dizendo que querem votar em Valmir para o Governo”, gaba-se.

“Isso sem que eu tenha dito a ninguém que sou candidato. Eu disse que posso colocar o meu nome à disposição - se a população quiser. Mas isso não significa dizer que sou candidato. E meu nome aparece disputando com Edvaldo Nogueira, com Fábio Mitidieri, com Laércio Oliveira. Na base da espontaneidade, em qualquer lugar do Estado, as pessoas dizem: “Se for Valmir de Francisquinho, ex-prefeito de Itabaiana, eu voto”. Os outros já se colocaram como pré-candidatos. Eu não. E é necessário ver que 60% do eleitorado de Sergipe diz que quer votar no novo. A minha rejeição é de 1%. A dos outros, de 30% a 40%”, reforça.

Mas, não seria contraditório que, se achando bem cotado assim numa pré-candidatura de governador, Valmir de Francisquinho dê agora para defender o nome de Ulices Andrade ao Governo? Ele não vê estranheza nisso.

“Mesmo assim, não tenho problema nenhum em somar com Ulices. Eu acredito em Ulices. É estranho isso? Não. Já que sou novo, não tenho problema nenhum em poder ter um espaço mais na frente. Se não estiver escrito por Deus que deve ser agora, sem problema. Pode ser mais lá na frente. Mas, se Deus quiser, vamos ser governador para transformar esse Estado um dia”, teoriza ele.

Valmir justifica, também, que não iria para um eventual apoio a Ulices desarmado, sem pleitear nada. “Com certeza, se formos compor com ele, iremos conversar para ver qual o espaço que nos caberá dentro do agrupamento dele. Pode ser para senador, vice-governador ou deputado federal. Tudo pode acontecer”, diz.

 

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Muito bom, políticos das antigas, honra a palavra e respeito.
Simbora Ulisses