Marco Freitas: “O progresso da Jucese anda lado a lado com a economia sergipana”

Entrevista

Jozailto Lima

Compartilhar

Marco Freitas: “O progresso da Jucese anda lado a lado com a economia sergipana”

4 de dezembro de 2021
“Em 24 horas abre-se uma empresa em Sergipe, no menor tempo do país”

Não é nenhum exagero afirmar que a Junta Comercial do Estado de Sergipe - Jucese - é um real e preciso termômetro da constituição e do bem-estar - ou não - das empresas sergipanas.

Ela é uma espécie de cartório civil da economia. É onde obrigatoriamente são registrados os nascimentos e as mortes de cada negócio, de cada empreendimento. De cada empresa.

E, felizmente, depois de quase dois anos de uma crise intensa gerada pela pandemia do coronavírus, os registros de nascimento estão superando os de óbito.

Esses registros são uma patente clássica do Jucese. Ela sabe de um tudo nessa área, e tem se desdobrado ela mesma numa empresa ultramoderna a serviço do mercado, da constituição das empresas, da facilitação dos empreendedores, do conforto do Estado e, em síntese, da economia de modo geral.

No comando da Jucese desde 2019 está o administrador de Empresas Marco Freitas, 49 anos, um cidadão com expertise vária em outras frentes do serviço público estadual sergipano.

Sob o comando de Marco Freitas e de outros executivos que por ali passaram, a Jucese hasteia uma bandeira de excelência nos serviços prestados e serve como uma espécie de modelo para o Brasil.

“Em 24 horas abre-se uma empresa em Sergipe, no menor tempo do país. No mês passado, Sergipe ocupou novamente o primeiro lugar no ranking de agilidade para abertura de empresas no país, levando em média 24 horas para abrir uma”, revela Marco Freitas.

“E, pelo segundo mês consecutivo, mantivemos a colocação. Em novembro, abrimos 412 empresas em 24 horas - novamente o Estado mais rápido do Brasil”, reforça o presidente.

Marco Freitas e a companheira de segundo relacionamento, Vanderleia Andrade
Marco Freitas, no comando da Jucese desde 2019, leva comunicação a sério

Nesta Entrevista, Marco Freitas faz uma ampla e irrestrita prestação de contas do desempenho da Jucese no campo da tecnologia, da aplicabilidade de seus recursos a serviço do empreendedorismo, e radiografa o Estado em seus quantitativos de empresas.

Marco Antônio Pinho de Freitas nasceu no dia 18 de janeiro de 1972, em Aracaju. Ele é filho de Jairton de Freitas e de Lúcia Pinho.
Divorciado, é pai de Marco Antônio Pinho de Freitas Filho, de 13 anos.

Marco Freitas fez Administração de Empresas por uma universidade sergipana, com conclusão em 1998, e tem especialização na área de Recursos Humanos.
Antes de pilotar a Jucese, ele foi coordenador de Habilitação do Detran de Sergipe de 1998 e 2000 e coordenador das Ciretrans em 1999 e 2001. Ainda do Detran, dirigiu o setor de Operações entre 2001 e 2002.

Mas já dirigiu o Centro de Convenções de Sergipe, entre 2003 e 2006, o setor de Recursos Minerais da Codise de 2015 a 2016 e foi diretor da Escola de Governo da Sead de 2017 a 2018.

“O Estado já ultrapassou a marca das 60 mil empresas ativas - 61.463. Esse saldo é contabilizado sem os MEIs, que são 102.184 e possuem outras especificidades. A Grande Aracaju é a região onde se concentram mais empresas”, diz Marco Freitas.

A Entrevista com Marco Freitas merece um dedal de tempo para a leitura.

Marco Freitas e o filhote adolescente Marco Antônio Pinho de Freitas Filho
AS EMPRESAS E O IMPACTOS DA PANDEMIA
“Elas estão driblando a crise. Em decorrência das modificações do mercado, novos empreendedores surgiram e, desta forma, saíram da informalidade para abrir uma empresa em conformidade com a lei”


JLPolítica - Como as empresas em Sergipe estão sobrevivendo aos impactos da pandemia?
Marco Freitas -
Elas estão driblando a crise. Em decorrência das modificações do mercado, novos empreendedores surgiram e, desta forma, saíram da informalidade para abrir uma empresa em conformidade com a lei. Outros, por sua vez, estão se reinventando para manter a empresa em funcionamento. No levantamento realizado no início do ano, em relação a 2020, identificamos um crescimento de 5% no número alterações realizadas. Ou seja, foram quase 10 mil alterações.

JLPolítica - O que isso significa?
MF - Significa que o empresariado sergipano se adaptou à nova realidade imposta pela pandemia. As alterações estão relacionadas com qualquer tipo de modificação na empresa. como, por exemplo, mudança em seu capital social ou mesmo no ramo de atividade.

JLPolítica - Abriu-se mais do que fechou empresa nesses 20 meses em Sergipe?
MF -
Sim. De janeiro de 2020 até novembro de 2021, 8.134 novas empresas foram abertas diante de 4.762 baixas. Embora o impacto tenha sido forte na economia em 2020, devido às restrições que ocasionaram suspensão no funcionamento das empresas no comércio, o mercado se manteve apático, vindo a apresentar melhora em julho de 2020 - reflexo da flexibilização parcial que marcou a transição do plano estadual para retomada econômica, iniciado em julho de 2020. É natural que este ano apresente melhores resultados, mas, levando em consideração o período antes da crise, os números mostram o crescimento do mercado local, que segue superando o número de baixas.

Marco Freitas e a mama Lúcia Pinho, sob o clima de Natal
PODE-SE DIZER QUE 2021 JÁ SUPERA 2020?
“Com a abertura gradativa e o avanço da vacinação, a recuperação foi precisa. Portanto, é correto afirmar que sim. Em 2020, abrimos 4.208 empresas, número abaixo do de 2019. Tivemos crescimento positivo de 24% na abertura de empresas este ano: em 11 meses, já computamos 5.049”


JLPolítica - Pode-se dizer, então, que o mercado melhorou em 2021?
MF -
Com a abertura gradativa, que seguiu o plano do Governo do Estado, e o avanço da vacinação contra a Covid-19, a recuperação foi precisa. Portanto, é correto afirmar que sim. Em 2020, abrimos 4.208 empresas, um número que ficou abaixo do de 2019 - que abriu 4.673. Em contrapartida, tivemos um crescimento positivo de 24% na abertura de empresas este ano: em 11 meses, já computamos 5.049 novas constituições, uma diferença de 841 empresas a mais que 2020.

JLPolítica - Quantas empresas estão ativas atualmente em Sergipe?
MF -
O Estado já ultrapassou a marca das 60 mil empresas ativas - 61.463. Esse saldo é contabilizado sem os MEIs, que são 102.184, e que são registrados no portal Gov.br e possuem outras especificidades.

JLPolítica - Qual o percentual desse valor, sem MEIs, ativos na Grande Aracaju?
MF -
A Grande Aracaju é a região onde se concentram mais empresas. Das oito regiões que compõem o Estado de Sergipe, a Grande Aracaju centraliza 64,32% das empresas ativas.

 

Marco Freitas presidindo uma reunião do Comitê Estadual da Redesim: mais conforto a todos
PELO BEM-ESTAR DE QUEM EMPREENDE
“Os números demonstram que o Governo do Estado tem investido para tornar o ambiente de negócios cada vez mais favorável para aqueles que desejam empreender em Sergipe, e também para os que já atuam no mercado sergipano. A desburocratização do registro empresarial gerou uma série de facilidades”


JLPolítica - O que o Governo de Sergipe tem feito para melhorar o ambiente de negócios no Estado?
MF -
Os números demonstram que o Governo do Estado tem investido para tornar o ambiente de negócios cada vez mais favorável para aqueles que desejam empreender em Sergipe, e também para os empresários que já atuam no mercado sergipano. A desburocratização do registro empresarial gerou uma série de facilidades derivadas da integração à Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios – Redesim - e ao Portal Agiliza Sergipe. Além de integrar os órgãos de licenciamento num ambiente virtual e simplificado, a informatização dos processos impulsiona as atividades.

JLPolítica - Quais foram as facilidades implantadas?
MF -
Desde outubro de 2019, a Jucese oferece o serviço de deferimento automático para abertura de empresas. De lá pra cá, quase cinco mil empresas foram abertas em até 15 segundos. Outras modalidades da categoria automática também foram inseridas: baixa de empresa; consulta prévia de nome empresarial; livro digital; enquadramento; desenquadramento; reenquadramento; interrupção e reinício de atividades. Em julho de 2021, implantamos a Assinatura Eletrônica Avançada de Documentos, que é gratuita e tem a mesma autenticidade e segurança de um certificado digital. Mais um serviço rápido, seguro e sem nenhum custo para o empresário.

JLPolítica - O que tem sido feito para alcançar a desburocratização do registro empresarial?
MF -
A redução da burocracia na abertura de novas empresas vem sendo o foco do Governo de Sergipe e da Junta Comercial. Com a integração dos municípios sergipanos à Redesim, que só foi possível graças ao empenho da Jucese em conjunto com o Sebrae Sergipe - nosso grande parceiro -, executamos, no período de três meses, capacitações nos municípios sergipanos com os servidores municipais que lidam com processos empresariais.

Marco Freitas no 3º Congresso Nacional das Juntas Comerciais, em Porto Alegre
DAS ATRIBUIÇÕES DA REDESIM
“A Redesim foi criada em 2007 com a finalidade de reduzir tempo e custo para o registro e a legalização das empresas no Brasil, por meio da informatização. No início de outubro, foi promovido na sede do Sebrae/SE o evento de relançamento do Subcomitê Estadual de Implantação e Acompanhamento da Redesim”


JLPolítica - E o que aconteceu a partir disso?
MF -
A partir daí, o plano para desburocratização processual no Estado começa a ganhar força. No período de 5 de outubro a 11 de novembro de 2021, realizamos, em parceria com o Sebrae/SE, seis workshops do projeto “Desburocratiza Sergipe”, envolvendo as oito regiões do estado. Durante o evento, servidores das secretarias do Meio Ambiente, Finanças, Vigilância Sanitária e Planejamento Urbano receberam direcionamento acerca da segunda fase do plano de implantação e acompanhamento do Portal Agiliza Sergipe. O projeto faz parte das medidas adotadas pelo Governo do Estado com foco na otimização dos serviços oferecidos aos empresários, tornando mais rápido e seguro o processo para abertura de novas empresas.

JLPolítica - Como a Redesim atua em Sergipe?
MF -
A Redesim foi criada em 2007 com a finalidade de reduzir tempo e custo para o registro e a legalização das empresas no Brasil, por meio da informatização. No início de outubro deste ano, foi promovido na sede do Sebrae/SE o evento de relançamento do Subcomitê Estadual de Implantação e Acompanhamento da Redesim, e contou com a participação dos integrantes das secretarias que compõem o Subcomitê Estadual.  


JLPolítica - Como funciona essa integração?
MF -
Cada prefeitura tem sua própria resolução para lidar com os processos empresariais, mas com a automatização e integração, os processos de viabilidade de localização, realizado pela prefeitura de cada município, torna-se mais rápido. Sem contar que o sistema possibilita que todas as etapas, para o registro e licenciamento das empresas, sejam feitas em um só lugar. Por integrar todos os órgãos, facilita a padronização dos procedimentos, aumentando a transparência e reduzindo os custos.

Marco, no 1º Congresso Internacional do Registro Mercantil da Federação Nacional das Juntas Comerciais
EMPRESÁRIOS GANHAM COM A REDESIM
“Porque a integração à Redesim significa menos custos, menos burocracia, mais agilidade e maior segurança. E (também ganha) o Governo, que fará maior arrecadação de impostos, terá redução no índice de informalidade e um melhor controle da fiscalização”


JLPolítica - Quem ganha com isso?
MF -
Os empresários, porque a integração à Redesim significa menos custos, menos burocracia, mais agilidade e maior segurança. E o Governo, que fará maior arrecadação de impostos, terá redução no índice de informalidade e um melhor controle da fiscalização.

JLPolítica - Qual será a segunda fase desse projeto?
MF -
Nesta nova fase, a situação de cada município é analisada mediante a consultoria da legislação local. O analista de implantação da Vox Tecnologia, que é a empresa desenvolvedora do SIGFácil - plataforma integradora adotada pela Jucese -, faz um levantamento individual dos setores de Tributos, Vigilância Sanitária e Meio Ambiente para identificar as dificuldades de cada órgão na utilização do Portal Agiliza Sergipe. As reuniões que foram agendadas nos workshops e estão acontecendo virtualmente.

JLPolítica - Hoje a Jucese é menos burocrática do que dez anos atrás?
MF -
Com certeza! E isso nos alegra todos os dias, porque, diante das facilidades geradas pela otimização dos serviços oferecidos aos usuários, estamos acompanhando o progresso da Junta Comercial, que anda lado a lado com a economia sergipana. Com a implantação da Jucese 100% Digital, em agosto de 2019, empresários começaram a realizar as solicitações diretamente pela internet. De qualquer lugar do Brasil ou do mundo, o empresário assina eletronicamente a documentação referente ao registro da empresa através do Portal Agiliza Sergipe. Além dos investimentos do Governo de Sergipe, o excelente resultado também é fruto dos esforços dos colaboradores que fazem a Jucese. Lembrando que, em 2020, recebemos do Tribunal de Contas do Estado - TCE/SE - nota 10 em transparência, o que é uma conquista coletiva dos nossos colaboradores.

Marco Freitas é filho de Jairton de Freitas e de Lúcia Pinho, mantenedores da Indústria de Móveis Freitas
DOS EFEITOS DA JUCESE 100% DIGITAL
“Com a implantação da Jucese 100% Digital, empresários começaram a realizar as solicitações diretamente pela internet. De qualquer lugar do Brasil ou do mundo, o empresário assina eletronicamente a documentação referente ao registro da empresa através do Portal Agiliza Sergipe”


JLPolítica - Como a Jucese 100% Digital facilitou o atendimento ao público?
MF -
Foi crucial, até porque a Jucese não parou na pandemia. Para se ter uma ideia, em 2020 mais de 27 mil processos foram analisados pelo colegiado de vogais e analistas singulares. O usuário manteve contato com a autarquia sergipana através do Portal Agiliza Sergipe, para realizar qualquer tipo de movimentação na sua empresa, e por meio do Call Center, e-mail e redes sociais, para falar diretamente com os nossos colaboradores. Do ponto de vista ecológico, o novo sistema possibilitou a redução - e como diminuiu! - do uso de papel. Como os procedimentos são digitais, a maioria dos processos tramita virtualmente.

JLPolítica - Quando o Call Center foi criado?
MF -
O Call Center da Jucese é um grande destaque em atendimento. No início da nossa gestão, em 2019, concluímos a urgência da criação de um meio mais rápido e direto para atender o alto volume de ligações acerca dos procedimentos empresariais. Em abril de 2019, lançamos o Call Center da Jucese, que já atendeu aproximadamente 60 mil chamadas. Com o intuito de reduzir esse fluxo, este ano também criamos um canal no YouTube chamado “Agiliza Sergipe”, composto por 14 vídeos tutoriais com o passo a passo dos procedimentos mais procurados pelos usuários. Quem quiser conferir os vídeos é só clicar aqui para ir ao canal Agiliza Sergipe.

JLPolítica - Em quanto tempo é possível abrir uma empresa em Sergipe?
MF -
Em 24 horas abre-se uma empresa em Sergipe, no menor tempo do país. No mês passado, Sergipe ocupou novamente o primeiro lugar no ranking de agilidade para abertura de empresas no país, levando em média 24 horas para abrir uma. E, pelo segundo mês consecutivo, mantivemos a colocação. Em novembro, abrimos 412 empresas em 24 horas - novamente o Estado mais rápido do Brasil. Dados estão no mapa da RedeSim (https://estatistica.redesim.gov.br/tempos-abertura). Em 2020, Sergipe também ocupou a primeira colocação no ranking nacional de Estados mais rápidos para se abrir uma empresa no país, com um tempo médio de um dia e cinco horas.

Marco em evento do “Desburocratiza Sergipe”: “Esperamos também que o projeto mantenha seus excelentes resultados”
DA FACILIDADE EM DESCONSTITUIR-SE
“Desde setembro de 2019, o serviço de extinção é oferecido gratuitamente pela Junta Comercial de Sergipe. Ou seja, o empresário pode solicitar a baixa da sua empresa de forma rápida e segura, sem pagar nada para ter sua solicitação atendida”


JLPolítica - E quanto tempo leva para registrar uma empresa na base de dados da Jucese?
MF -
A Junta Comercial de Sergipe é a mais rápida do Brasil. Nos primeiros onze meses de 2021, empresários levam em média 7 horas para registrar uma empresa na Jucese. Basta conferir no portal “Mapa de Empresas”: https://www.gov.br/governodigital/pt-br/mapa-de-empresas/painel-mapa-de-empresas

JLPolítica - É difícil fechar uma empresa atualmente?
MF -
Desde setembro de 2019, o serviço de extinção é oferecido gratuitamente pela Junta Comercial de Sergipe. Ou seja, o empresário pode solicitar a baixa da sua empresa de forma rápida e segura, sem pagar nada para ter sua solicitação atendida.

JLPolítica - Do ponto de vista da infraestrutura de pessoal e de tecnologia, como vai a Jucese?
MF -
Temos nos esforçados para entregar um serviço de qualidade. Os nossos colaboradores recebem o suporte adequado para executar as suas atividades. Assim, conseguimos atender da melhor forma possível o nosso público, monitorar as ações das secretarias municipais, no que diz respeito dos procedimentos empresariais, e implantar serviços informatizados, reduzindo burocracias e facilitando a vida dos empresários.


 

Junta Comercial do Estado de Sergipe: caixa de segredo da vida empresarial sergipana
O QUE ESPERAR DO FUTURO
“Espero que o ambiente de negócios em Sergipe continue melhorando e que sejam fomentadas novas empresas, gerando novos empregos e renda. Esperamos também que o projeto “Desburocratiza Sergipe” mantenha seus excelentes resultados”


JLPolítica - Quais são os órgãos, instituições e empresas públicas e particulares essenciais na ação da Jucese em seu dia a dia?
MF -
São as Secretaria de Estado da Fazenda; Administração Estadual do Meio Ambiente de Sergipe; Secretaria Municipal de Finanças de Aracaju; Vigilância Sanitária Estadual; Vigilância Sanitária do Município de Aracaju; Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Sergipe; Receita Federal do Brasil. Algumas das parcerias da Jucese são com p Sebrae/SE, Sescap/SE, Sistema Ocese e o Conselho Regional de Contabilidade de Sergipe.

JLPolítica - O senhor participou essa semana do encontro das Juntas Comercial, em Porto Alegre. Qual foi o tema?
MF -
Sim. Entre os dias 1º e 3 de dezembro, estive em Porto Alegre participando do 3º Congresso Nacional das Juntas Comerciais e do 1º Congresso Internacional do Registro Mercantil, promovido pela Federação Nacional das Juntas Comerciais - Fenaju. O tema deste ano foi a transformação digital transpondo fronteiras.

JLPolítica - O que o senhor espera de 2022?
MF -
Espero que o ambiente de negócios em Sergipe continue melhorando e que sejam fomentadas novas empresas, gerando novos empregos e renda. Esperamos também que o projeto “Desburocratiza Sergipe” mantenha seus excelentes resultados para que possamos automatizar todas as prefeituras municipais, desburocratizando cada vez mais o registro empresarial em Sergipe.

 

 

Ω Quer receber gratuitamente as principais notícias do JLPolítica no seu WhatsApp? Clique aqui

Deixe seu Comentário

*Campos obrigatórios.