OPINIÃO
Por OPINIÃO | 29 de Set de 2017, 16h35
Carta aberta para Gualberto
[*] Vítor Deda
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Carta aberta para Gualberto

[*] É bacharel em Direito e filiado ao Partido dos Trabalhadores de Sergipe.

Em 2011 conheci pessoalmente o deputado Francisco Gualberto da Rocha,  carinhosamente  chamado de Chiquinho, apesar de antes sempre ter acompanhado seu trabalho como líder e fiel amigo de Marcelo Déda. 

Pois bem, nesse mesmo ano, após decidir me filiar ao Partido dos Trabalhadores, com intuíto de me jogar de vez no sonho de ingressar na política, para então me candidatar a vereador no ano seguinte, o primeiro passo foi ir ao Palácio de Despacho e anunciar pessoalmente minha candidatura para Marcelo Déda, que após ouvir minha decisão em candidatar-me expressou sua opinião:  "Não é melhor você se preparar para 2016? Se preparar mais? Em 2016 eu irei te apoiar, mas infelizmente esse ano não posso".

Mesmo assim fui "teimoso" e insisti na candidatura:  "Marcelo, eu quero ir, mesmo sem seu apoio integral".

Ao ouvir essa minha última frase, Déda procurou me orientar da melhor forma: "Quero te apresentar a Chiquinho. Já que você pretende se candidatar no próximo ano, quero que você seja orientado por ele, um político sério, que deve te dar um norte."

Nunca esqueci essas palavras ditas por Marcelo, e foi assim que no dia seguinte Gualberto me ligou querendo me conhecer, pois Déda havia me indicado para ele, e foi assim que  iniciamos a amizade. 

Gualberto, para quem não conhece, pode ser visto como rude, como na famosa história do facão, mas saiba que não existe ser humano mais íntegro, honesto e de grande coração. Ele é um homem respeitado por todos as classes sociais, pelos colegas de trabalho e colecionador de honrarias. 

Não falo isso por subserviência, até porque não dependo financeiramente e nem sou seu empregado. Falo porque, além de ser seu amigo e aliado, o vejo hoje como um segundo líder político a seguir, logo após  Déda. 

Gualberto já atuou como vereador de Aracaju por um mandato e se eleito próximo ano irá para o quinto mandato como deputado dstadual, tendo muitos serviços prestados à sociedade.

Batem muito nele, por muitos anos ele escutou calado e só quem está ao seu lado sabe o que já passou e passa diariamente. Espero que em 2018 consigamos a vitória, mas independentemente disso, sua trajetória já será marcada como um político que nunca precisou de holofotes, e sempre agiu de forma ética com seus aliados, mesmo quando não era reconhecido.

Mas para quem, assim como eu, presencia o dia a dia do seu mandato sabe o quanto esse cabra luta pelo seu povo e respeita o voto popular. 

Seguindo meu rumo na política, quero ter como norte o caminho desses dois homens, líderes éticos da política sergipana: Marcelo Déda Chagas e Francisco Gualberto da Rocha.

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